Ao fim da tua luz,
surge uma estrela.
Linda e brilhante,
como fora em carreira.
Interpreta entre os astros,
encanta ao teu criador
que com tão nobre dom
lhe escolheu e abençoou.
Invisível aos olhos mortais,
brilho eterno é o que terás
como anjo, como deusa, como estrela.
Diego Ferreira
*Esta poesia é uma homenagem a Elizabeth Taylor.
24 de maio de 2011
20 de abril de 2011
Despedida
Das palavras de amor,
as dádivas da vida.
No fechar d'uma flor,
lágrimas d'uma despedida.
Diego Ferreira
as dádivas da vida.
No fechar d'uma flor,
lágrimas d'uma despedida.
Diego Ferreira
23 de março de 2011
Inerte
Amei sem perceber,
meu coração chorou.
Num silêncio amargurado,
sem sentir que acabou.
Escrevi lágrimas ao papel,
afogado num pranto inerte.
Era mesmo amor...
Reconheci minha dor,
em versos desesperados.
Era mesmo amor,
Outrora, eu, apaixonado.
Diego Ferreira
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