20 de abril de 2011

Despedida

Das palavras de amor,
as dádivas da vida.
No fechar d'uma flor,
lágrimas d'uma despedida.

                          Diego Ferreira

23 de março de 2011

Inerte



Amei sem perceber,
meu coração chorou.
Num silêncio amargurado,
sem sentir que acabou.

Escrevi lágrimas ao papel,
afogado num pranto inerte.
Era mesmo amor...

Reconheci minha dor,
em versos desesperados.
Era mesmo amor,
Outrora, eu, apaixonado.

                                  Diego Ferreira

14 de fevereiro de 2011

O que Ficou...

Devolve meus sonhos,
desejos, anseios.
Devolve meu mundo,
triste, inseguro.

Sou dependente de ti.
-teu jeito, teu jeito!
Sou escravo de mim.
-meu jeito, meu jeito!

Preciso te esquecer,
perdoar, entender.
Preciso acordar,
respirar, viver.

                                   Diego Ferreira