23 de março de 2011

Inerte



Amei sem perceber,
meu coração chorou.
Num silêncio amargurado,
sem sentir que acabou.

Escrevi lágrimas ao papel,
afogado num pranto inerte.
Era mesmo amor...

Reconheci minha dor,
em versos desesperados.
Era mesmo amor,
Outrora, eu, apaixonado.

                                  Diego Ferreira

14 de fevereiro de 2011

O que Ficou...

Devolve meus sonhos,
desejos, anseios.
Devolve meu mundo,
triste, inseguro.

Sou dependente de ti.
-teu jeito, teu jeito!
Sou escravo de mim.
-meu jeito, meu jeito!

Preciso te esquecer,
perdoar, entender.
Preciso acordar,
respirar, viver.

                                   Diego Ferreira

7 de janeiro de 2011

Devaneio


Mulher é bicho besta
fala tudo que pensa.
Expõe o que sente,
pois o tempo é traçoeiro.

O que devo fazer?
Perergunta-me!
-Não sou eu quem digo,
sim,teu prórpio coração.

Adorou minhas palavras,
lembrou-se do passado,
chorou pelo "Sopro",
calou-se por um todo.

Outras memorias de amor,
um pedaçinho do que ficou.
Devaneio de quem chorou,
por mais uma partida sem dor.

                                                               Diego Ferreira