Vamos sangrar,
saciar nossa sede.
enlouquecer, gritar,
sonhar e padecer.
Chorar nossos sonhos,
criar o nosso mundo.
transformar as alegrias,
num doce desengano.
Solidão me agrada
são versos perdidos,
emoções disfarçadas,
lágrimas de fantasia.
Façamos um brinde
aos versos dos versos,
ao errado, ao certo,
ao dom de viver.
Diego Ferreira
4 de novembro de 2011
31 de outubro de 2011
Não Saberia...
Para quem amor?
Não aprendi a amar,
tenho medo da dor,
me pego a procurar.
Para quem sofrer?
Não aprendi a amar,
tenho medo do amor,
ponho-me a lamentar.
Para quem lembranças?
Não aprendi a amar.
Doces lágrimas de tristeza,
meu sorriso a se quebrar.
Diego Ferreira
Não aprendi a amar,
tenho medo da dor,
me pego a procurar.
Para quem sofrer?
Não aprendi a amar,
tenho medo do amor,
ponho-me a lamentar.
Para quem lembranças?
Não aprendi a amar.
Doces lágrimas de tristeza,
meu sorriso a se quebrar.
Diego Ferreira
3 de outubro de 2011
Recriando-me
Aprendi a viver
ser diferente de mim
apredi a sonhar
com oque nunca vivi.
Desvendei teus segredos
guardados a sete chaves.
Escondi os meus,
para não saberes a verdade.
Recriei você nos meus pensamentos,
para te ter do meu jeito a cada momento.
Esqueci de mim,
só penso em você.
Diego Ferreira
*Poesia escrita em 18/04/2003.
ser diferente de mim
apredi a sonhar
com oque nunca vivi.
Desvendei teus segredos
guardados a sete chaves.
Escondi os meus,
para não saberes a verdade.
Recriei você nos meus pensamentos,
para te ter do meu jeito a cada momento.
Esqueci de mim,
só penso em você.
Diego Ferreira
*Poesia escrita em 18/04/2003.
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